Coffeebreak VI CJIG, Estremoz

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É sempre para mim um prazer voltar a Estremoz (podem reler aqui um post dedicado ao tema). Sinto-me em casa. Rever velhos e novos amigos, colegas, e claro, explorar o mercado de sábado 😛 Desta feita, o motivo da minha visita foi o VI Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, onde tive o enorme orgulho de, pelo 2º ano consecutivo, ficar responsável pelos coffeebreaks (o único registo do ano anterior aqui)!

It is always a pleasure for me to come back to Estremoz ( you can read here a post dedicated to the theme). I feel at home. Reviewing old and new friends, colleagues, and of course, exploring the Saturday’s market 😛 This time, the reason for my visit was the VI Congress of Young Researchers in Geosciences, where I was very proud to be responsible, for the 2nd consecutive year, for the coffeebreaks (the only photo from last year here)!

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Água/ Water

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Começo este post com uma reflexão: já imaginaram a vossa vida sem água? Não me refiro às necessidades básicas de qualquer ser vivo, mas imaginam a vossa vida sem água a sair da torneira? Este bem tão precioso, que é tão banal nas nossas vidas, ao qual raramente damos o devido valor? Pois é. Às vezes é preciso parar um bocadinho para pensar. Pensar que os nossos avós e até talvez mesmo os nossos pais não tenham nascido nem crescido com este gesto enraizado, o de abrir a torneira e voilà: água corrente. Nos acampamentos de Escuteiros aprendemos a gerir a água. Se a queremos, temos de a ir buscar ao ponto de água mais próximo e “alapar” monte cima (ok, pode ser terreno a direito) com os jerricans (seja de 5, 10, 20 ou 30L, como tantas vezes carreguei!). Aprendemos o quanto custa carregar esta água (ainda falam no peso do ouro…), e como tal, aprendemos a geri-la e a poupá-la ao máximo. O problema é que muitas vezes esta consciência “voa” assim que pomos o pé dentro de casa e corremos para a banheira…

I’ll begin this post with a reflection: have you ever imagined your life without water? I’m not referring to the basic needs of any living being, but do you imagine your life without water coming out of the tap? This precious water, which is so banal in our lives, to which we seldom give due value? Yeah. Sometimes you have to stop a little to think. To think that our grandparents and perhaps even our parents were not born or grown up with this gesture rooted, that of opening the tap and voilà: running water. In the Scouts’ camps we learned to manage the water. If we want it, we have to go to the nearest water point and carry it up the hill (ok, it can be straight on) with the jerricans (no matter if it is 5, 10, 20 or 30L, as I have so often carried!). We learn how much it costs to carry this water (they still speak of the weight of gold …), and as such we learn to manage it and spare it to the fullest. The problem is that usually this awareness “flies” as soon as we put our foot at home and run to the bath…