Simplicidade {Batizado}/ Simplicity {Baptism}

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Parece começar a haver uma qualquer relação [de insanidade] entre viagens [minhas e da Sofia] e eventos… mas eu não podia (nem conseguia!) dizer não a este batizado. Mesmo com a Sofia ausente (shame on me aka blame on me, foram as fotografias possíveis malta!), mesmo com 12h contadas para preparar tudo, eu não consegui dizer não!

Aqui estão algumas [poucas] fotografias de uma mesinha simples para o batizado do Diogo, em tons de azul e branco, bolachinhas mimosas, bolinho e lembranças, com flores, muitas flores e claro, muita ternura!

Here seems to be some sort of [insanity] relationship between trips [mine and Sofia’s] and events… but I could not (nor did I!) say no to this baptism. Even with Sofia absent (shame on me, aka blame me, here you have the possible photos!), even with just 12h to prepare everything, I could not say no!

Here are some pictures of a simple table for the christening of Diogo, in shades of blue and white, lovely cookies, souvenirs to the family, cake, flowers, many flowers and of course, much tenderness!

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Cuco, chegámos! {Babyshower}

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Recebemos o convite para organizar este babyshower em plenos preparativos para o EJIP. Estávamos a mil, com uma tese para terminar (ela) e uma viagem marcada (eu). Mas não podíamos dizer que não. O “não” estava 100% fora de questão. Porque esta família merece. Por toda a sua simpatia, carinho e confiança que têm em nós. Porque o nosso coração ficou tão cheio durante o babyshower do Afonso (lembram-se?), que imediatamente respondemos SIM!, vamos organizar o babyshower para as duas Cuco que estavam prestes a chegar! E claro, foi uma desculpa para conhecer o Afonso, eh eh eh! Não foi difícil chegar a um tema, se é que podemos chamar assim. Foi o 1º babyshower para gémeas, que contam já com um mano mais velho. Duas coisas estavam claras desde o início: apesar de gémeas, são dois seres diferentes, e isso teria de estar em destaque; e claro, queria o irmão envolvido de alguma maneira. Resultou daí a ideia desta grinalda de fotografias, onde os futuros papás, o mano e a (bis)avó teriam de estar em destaque. Tudo o resto girou à volta dos Cucos, ou não fosse este o apelido da família! Tudo rosinha, mimoso, flores a dar o seu ar de graça, petiscos, alegria, família e amigos! Que mais se poderia pedir? 🙂 Desejamos aos Cuco a maior felicidade deste mundo ❤

We have been invited to organize this babyshower in full preparation for the EJIP. We were super busy, with a thesis to finish (Sofia) and a planned trip (me). But we could not say no. The “no” was 100% out of the question. Because this family deserves it. For all their sympathy, affection and trust they have in us. Because our heart was so full during the Afonso’s babyshower (do you remember?), we immediately answered YES!, we will organize this babyshower for the two Cuco’s that were about to arrive! And of course, it was an excuse to meet Afonso, eh eh eh! It was not difficult to come up with a theme, if we can call it that way. It was my 1st babyshower for twins, who already have an older brother. Two things were clear from the beginning: though they are twins, they are two different beings, and that would have to be highlighted; and of course, I wanted the brother involved in some way. This led to the idea of ​​this wreath of photographs, where the future parents, the brother and the (great)grandmother would have to be highlighted. Everything else revolved around the Cuco’s (means cuckoos), the family surname! Everything rosy, cuddly, flowers to give a mood, snacks, joy, family and friends! What else could we ask for? 🙂 We wish the Cuco’s family the greatest happiness of this world ❤

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GRATA ❤ Por toda a confiança que esta família querida deposita em mim! Mas também…

  • À Sofia, braço direito, por toda a ajuda, antes, durante e depois, e pelo magnífico registo fotográfico!
  • Ao Daniel Saraiva, pela disponibilidade para fazer esta aguarela linda, como todo o seu trabalho! Espreitem aqui 😉
  • Aos meus pais, em particular à minha mãe, que preparou {quase} toda a comidinha enquanto eu não chegava a terras lusas, sem ela este babyshower não teria sido possível! Obrigada pelo apoio incansável! Adoro-vos ❤

Espreitem a ementa completa abaixo 😉

GRATEFUL ❤ For all the trust this beloved family puts in me! But also…

  • To Sofia, my right arm, for all the support and help, before, during and after, and for the magnificent photographic record!
  • To Daniel Saraiva, for the availability to make this beautiful aquarelle, like all his work! Take a look here 😉
  • To my parents, in particular to my mother, who prepared almost all the food while I was traveling, without her this babyshower would not have been possible! Thank you for your unremitting support! I love you ❤

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ALGUMAS PALAVRAS SOBRE O XV EJIP (II)/ A FEW WORDS ABOUT XV EJIP (II)

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Programas o despertador para as 6:30 da manhã. Acordas meia despassarada pelas 6h e a pensar “Massa a levedar! Tenho que ir pôr a massa a levedar”. Repeat. 3 manhãs assim! 1 ice-breaker. 4 coffeebreaks. 100 pessoas. 1 forno. 3 pares de mãos (um do quais praticamente limitou-se a lavar loiça, tarefa inglória mas tão tão tão essencial – mil vezes obrigada!). We can do it! Acordar com uma dose incrível de adrenalina. Isso sim. É a melhor palavra para descrever a sensação de enorme responsabilidade que tinha aos ombros! Quem corre por gosto não cansa, bem sei, pelo que conseguimos colocar num local bem recôndito da mente o nervoso miudinho de algo correr mal. E felizmente, modéstia à parte, foi um sucesso!!!!! Se já sei que há ex-libris que não podem faltar (como a trança de Nutela, cujo melhor elogio poderá ter sido “isto é a segunda coisa melhor do mundo, a seguir ao ‘acto de fazer bebés’ ” [linguagem adaptada aqui ao blog, que isto é para todas as idades!]), arrisquei e decidi experimentar receitas pela 1ª vez. Aprovadas pela maioria dos Paleontólogos presentes, digo eu, ao deparar-me com pratos vazios (algo que me enche o coração!).

You schedule the alarm clock for 6:30am. You wake up half-adrift at 6am and thinking “The  dough! I have to prepare the dough”. Repeat. 3 mornings like that! 1 ice-breaker. 4 coffeebreaks. 100 people. 1 oven. 3 pairs of hands (one of which was practically limited to dishwashing, an inglorious task but so so so essential – thank you a thousand times!). We can do it! Wake up with an incredible dose of adrenaline. Yes. It is the best word to describe the sense of enormous responsibility that we had on our shoulders! Who runs for taste does not tire, I know, so we can ignore all the little nervous we were all feeling. And luckily, modesty aside, it was a success!!!!! If I already know there are ex-libris that can not be missing (like Nutela’s braid, whose best compliment may have been “this is the second best thing in the world, after the ‘act of making babies’ ” [language adapted here to blog, this is for all ages!]), I ventured and decided to try recipes for the first time. Approved by the majority of Paleontologists present, I would say, when I come across empty plates (something that fills my heart!).

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Obrigado em nome de toda a organização às bolachas Vieira, Galletas Dinosaurus, Pastéis de Belém e à Frubis!

Um obrigada particular ao Paco e ao André, ajudantes incansáveis, e à Sofia pelas fotografias lindas!

Thank you on behalf of the whole organization to cookies Vieira, Galletas Dinosaurus, Pastéis de Belém and Frubis!

A special thanks to Paco and André and to Sofia, for the beautiful photographs!

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Algumas palavras sobre o XV EJIP (I)/ A few words about XV EJIP (I)

IMG_0203EJIP?! Será que ela queria dizer Egipto (sim sim, com o antigo acordo ortográfico!)? Não. EJIP – Encontro de Jovens Investigadores em Paleontologia. Paleo-quê? Essas imagens não mostram grandes petiscos aprovados pela dieta paleo!!!! 😛 Grosso modo podemos resumir os Paleontólogos como um tipo de Geólogos ainda mais maluquinhos que estudam fósseis – caro leitor, tenho de admitir que me insiro neste grupo!!! E não, caro leitor, não, isto não se resume a dinossáurios – esses pobres são apenas uma ínfima parte de todos os organismos que outrora pisaram ou nadaram (ou voaram!) neste nosso planeta azul. Ora o EJIP é um congresso que reúne os mais Jovens Investigadores (ou não tão jovens) ibéricos (e não só!), onde durante 3 dias se partilham as mais recentes descobertas realizadas. Este congresso vai já na sua 15ª edição, sendo esta a 2ª realizada em território português. Foi com muito prazer (e uma certa dose de loucura) que aceitei fazer parte deste grandioso comité da organização… e claro, encarregar-me da parte gastronómica!

EJIP ?! Did she mean Egypt? Nop. EJIP are, in portuguese, the initials for “Meeting of Young Researchers in Paleontology”. Paleo-what? These pictures do not show great snacks approved by the paleo diet!!!! 😛 Rough way we can summarize a Paleontologist as a type of Geologists even more crazy, which study fossils – dear reader, I have to admit that I belong to this group!!! And no, dear reader, no, this is not just about dinosaurs – these poor are just a tiny part of all the organisms that once walked or swam (or flew!) on our blue planet. The EJIP is a congress that brings together the most young (and not so young) Iberian researchers (and not only Iberian!), where the most recent discoveries are shared. This congress is already in its 15th edition, this being the 2nd held in Portuguese territory. It was with great pleasure (and a certain amount of madness) that I accepted to be part of this great committee of the organization… and of course, take care of the gastronomic part!

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Um babyshower inspirado em balões de ar quente/ Hot air balloon themed babyshower

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Em Dezembro, no aniversário da Violeta, a Patrícia (amiga da Sofia) falou-me por alto na possibilidade de vir a organizar um babyshower em Janeiro. Et voilà! Todo o processo foi muito dinâmico, fluido, com troca de ideias e acima de tudo uma grande confiança em mim (e nos tachos, salvo seja!). Não sabia ao certo qual seria o resultado final, mas tinha uma certeza: os balões de ar quente seriam o fio condutor da festa! E meti na cabeça que iria improvisar um balão de ar quente; que queria um balão de ar quente ao lado da mesa!!!! Todo o processo foi um tremendo desafio, com todas as ideias a falhar… Até que o meu pai pegou em trapilho e começou a fazer macramé. Vai daí, o resultado está à vista 🙂 Que este seja o início de uma maravilhosa aventura para o Afonso e família. Que seja uma aventura que os leve a explorar o mundo, com todo o amor, carinho e alegria!

Last December, on Violeta’s birthday, Patrícia (Sofia’s friend) talked with me about the possibility of organizing a babyshower in January. Et voilà! The whole process was very dynamic, fluid, with an exchange of ideas and, above all, a great confidence in me (and in the pots, ahah!). I was not sure what the final result would be, but I had a certainty: hot air balloons would be the thread of the party! And I put it in my head that I would improvise a hot-air balloon; I wanted a hot air balloon next to the table!!!! The whole process was a tremendous challenge, with all the ideas failing… Until my father started doing macramé. And here’s the result 🙂 Let this be the beginning of a wonderful adventure for Afonso and family. May it be an adventure that leads them to explore the world with all the love, affection and joy!

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Os 5 da Violeta/ Violeta’s 5th Birthday

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Já sabem o quanto adoro esta miúda! Há um ano atrás foi assim a festinha, lembram-se? 🙂 Este ano foi tudo um pouco-mais-a-correr, e como tal, uma mesa mais simples. A casa encheu-se de crianças (Nove!!!!!, exclamou a Sofia, NOVE!!!), a correr, a saltar, a gritar, cheias de energia, perdão, alegria, alegria! Adoro crianças, adoro o som de crianças a gargalhar, não há nada mais puro e inocente!

You already know how much I love this girl! A year ago this was her party, do you remember? 🙂 This year we didn’t have much time to prepare it, and as such, I prepared a simpler table. The house was filled with children (Nine!!!!!, Sofia exclaimed, NINE [children]!!!), running, jumping, screaming, full of energy, I mean, joy, joy! I love children, I love the sound of children laughing, there is nothing more pure and innocent!

Coffeebreak VI CJIG, Estremoz

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É sempre para mim um prazer voltar a Estremoz (podem reler aqui um post dedicado ao tema). Sinto-me em casa. Rever velhos e novos amigos, colegas, e claro, explorar o mercado de sábado 😛 Desta feita, o motivo da minha visita foi o VI Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, onde tive o enorme orgulho de, pelo 2º ano consecutivo, ficar responsável pelos coffeebreaks (o único registo do ano anterior aqui)!

It is always a pleasure for me to come back to Estremoz ( you can read here a post dedicated to the theme). I feel at home. Reviewing old and new friends, colleagues, and of course, exploring the Saturday’s market 😛 This time, the reason for my visit was the VI Congress of Young Researchers in Geosciences, where I was very proud to be responsible, for the 2nd consecutive year, for the coffeebreaks (the only photo from last year here)!

Água/ Water

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Começo este post com uma reflexão: já imaginaram a vossa vida sem água? Não me refiro às necessidades básicas de qualquer ser vivo, mas imaginam a vossa vida sem água a sair da torneira? Este bem tão precioso, que é tão banal nas nossas vidas, ao qual raramente damos o devido valor? Pois é. Às vezes é preciso parar um bocadinho para pensar. Pensar que os nossos avós e até talvez mesmo os nossos pais não tenham nascido nem crescido com este gesto enraizado, o de abrir a torneira e voilà: água corrente. Nos acampamentos de Escuteiros aprendemos a gerir a água. Se a queremos, temos de a ir buscar ao ponto de água mais próximo e “alapar” monte cima (ok, pode ser terreno a direito) com os jerricans (seja de 5, 10, 20 ou 30L, como tantas vezes carreguei!). Aprendemos o quanto custa carregar esta água (ainda falam no peso do ouro…), e como tal, aprendemos a geri-la e a poupá-la ao máximo. O problema é que muitas vezes esta consciência “voa” assim que pomos o pé dentro de casa e corremos para a banheira…

I’ll begin this post with a reflection: have you ever imagined your life without water? I’m not referring to the basic needs of any living being, but do you imagine your life without water coming out of the tap? This precious water, which is so banal in our lives, to which we seldom give due value? Yeah. Sometimes you have to stop a little to think. To think that our grandparents and perhaps even our parents were not born or grown up with this gesture rooted, that of opening the tap and voilà: running water. In the Scouts’ camps we learned to manage the water. If we want it, we have to go to the nearest water point and carry it up the hill (ok, it can be straight on) with the jerricans (no matter if it is 5, 10, 20 or 30L, as I have so often carried!). We learn how much it costs to carry this water (they still speak of the weight of gold …), and as such we learn to manage it and spare it to the fullest. The problem is that usually this awareness “flies” as soon as we put our foot at home and run to the bath…

Torcidinhos de abóbora | Pumpink Twisted

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Eu sei. Eu sei. Por Lisboa continuam 30ºC, e faltam 2 dias para Novembro… Como é que isto é possível?! Eu, amante do inverno, do frio e da chuva, estou oficialmente em mood Outono-Inverno, com o forno ligado, batatinhas doces a assar, castanhas, abóbora, romãs, oh, as romãs, como as adoro! Numa das nossas últimas viagens ao Alentejo trouxemos uma abóbora da horta, e o meu desejo para fazer uns cinnamon buns transformou-se nestes torcidinhos, ao ver esta história (já conhecem esta aplicação? Para mim, está a tornar-se tão viciante quanto o Instagram :P).

I know. I know. We still have 30ºC in Lisbon, just 2 days ahead to november… How is this possible?! I am a winter lover, all the cold and rain… Well, I’m officially in autumn-winter mood, with the oven on,  roasted sweet potatoes, chestnuts, pumpkins, pomegranates, oh, pomegranates, I love them! In one of our last trips to Alentejo, I brought a pumpkin from the garden, and my wish to bake some cinnamon buns became pumpkin knots, when I saw this story (do you already know this app? For me, it is becoming as addictive as Instagram :P).

Birthday Brunch

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Quando convences uma das tuas melhores amigas a vir passar o seu aniversário a Portugal, nem o São Pedro te estraga o pic-nic 😛 Como se sabe, mulher prevenida vale por duas – e reajustámos o pic-nic dentro de casa! Nem por isso menos bonito, modéstia à parte 😛

When you convence one of your best friends to come spend her birthday in Portugal, not even the rain spoils the picnic 😛 No problem at all, we made the picnic indoors! No less beautiful, modesty aside 😛