443 Milhões de anos depois…

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Não sei ao certo como começar este post, que título atribuir… Se calhar tenho que vos contar um pouco da história da minha amizade com a Sofia. Tudo começou em 2009, num fórum na internet chamado exames.org (ainda existirá?)… Sim sim, a Sofia foi a única pessoa que conheci pela internet, após a troca de longos e-mails (uma a terminar o secundário, a outra em Erasmus a terminar a licenciatura – como elo de ligação, a Geologia). Conhecemo-nos (finalmente) em Arouca, no verão de 2010, após eu ter estado 1 semana a “partir pedra” e a descobrir os meus primeiros fósseis paleozóicos (permitam-me a utilização destes nomes estranhos, sim?). Na cabeça dela já estava idealizado, mais coisa menos coisa, o seu doutoramento, e tinha encontro marcado com um dos seus (futuros, na altura) orientadores – que era quem estava a “tomar conta” de nós*. Vai daí já lá vão quase 8 anos… Pelo meio 2 filhos (ela!), uma licenciatura, um mestrado, muitos congressos, muitos dias de campo (os melhores momentos! Poderia escrever um post inteirinho dedicado a este tema!!!!), muitas viagens, muitas experiências culinárias (bem e mal sucedidas), muitas fotografias, este cantinho, … poderia continuar, incluir as lamechices que ela detesta (eu sou um coração mole, que querem que faça?!) … E claro, o Doutoramento da Sofia! Afinal, é isso que celebramos, 443 Milhões de anos depois 😛

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Sim, são trilobites origami!

Acredito que não seja o primeiro evento deste tipo no mundo, mas para nós foi o 1º PhD Shower!!!!!!!!! Inspirado nos Baby Showers que a Sofia não teve, utilizámos esta desculpa para juntar a malta, tirar um dia de férias, cozinhar uns petiscos, planear um pic-nic… Obrigada, São Pedro. A sério, obrigadinha! A culpa no fundo é nossa – vamos fazer uns dias de campo em Agosto todos os anos, e todos os santos anos apanhamos com um dilúvio em cima, chafurdamos na lama, quase não distinguimos os fósseis de um qualquer desenho abstracto de lama na face fresca da rocha… E este ano não foi possível. Logo, o nosso querido São Pedro decide que, o único dia de Agosto em que faria cair sobre Lisboa o seu dilúvio seria neste dia. Em particular (que sacana que ele é!) na hora do pic-nic. No momento exacto em que precisamos de sair de casa com a comida, com os miúdos, montar as coisas todas… Querido São Pedro, não ficamos assim… Tens contas para acertar com a Sofia… Be prepared… (Ok, se calhar pedir um ajustes de contas com um santo não seja a melhor ideia do mundo, mas é o possível na fase de rescaldo do Permanent head Damage dela).

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*Talvez muitos de vós não saibam (acho que ainda hoje a divulgação não é eficaz), mas a Ciência Viva tem extensos programas para o verão, em várias áreas científicas – espreitem aqui. Esta iniciativa decorre de Norte a Sul do país, ilhas incluídas, e pretende envolver toda a família! No entanto, muito mais interessante para os alunos do secundário são os Estágios Científicos – durante 1 a duas semanas (1 mês, em casos particulares) qualquer aluno pode estagiar com um grupo de investigação, numa qualquer universidade do país (uma vez mais, ilhas incluídas), sem quaisquer despesas (excepto deslocações), numa área do seu interesse (em função, claro, dos estágios abertos nesse ano lectivo). Eu tive a sorte de uma das minhas professoras do Secundário nos dar a conhecer esta iniciativa, e durante os meus três anos pré-universitários conheci três equipas espectaculares e projectos incríveis, de Norte a Sul do país (Univ. Évora, Politécnico de Tomar e finalmente Univ. Trás-os-Montes e Alto Douro)!!! Se têm (filhos de) amigos no secundário divulguem esta iniciativa, quiçá ainda consigam algum estágio em setembro!!! E não percam as edições de 2018! Garanto-vos por experiência própria que, para além de experiência e conhecimento, podem vir a fazer importantes contactos para o vosso futuro! 😉

P.S. Obrigada ao Daniel pelos desenhos lindos das trilobites (uma Câmbrica e uma do Ordovícico médio, mas isso já é culpa minha…)

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Vamos directos ao assunto – se fosse a Sofia a escrever este post, poderia ser um desafio que envolvesse burpees e agachamentos… No meu caso não, o desafio é outro: 3 entradas para impressionar amigos, 30 minutos na cozinha. Impossível? Não! Trust me! Já há muito (demasiado) tempo que não partilho nenhuma receita convosco, por isso hoje partilho não uma, não duas mas três, minha gente, três receitas – e a promessa de que não passarão mais de 30 minutos na cozinha. A “aventura” desta vez começou antes do sol nascer (sim, eu acordo ainda o sol dorme) com uma sms da Sofia a desafiar para um jantar… nesse mesmo dia. Meio ensonada respondo algo como “estás louca”, mas 5 minutos depois respondo algo como “ok, levo o carro, já discutimos os detalhes”. Como de manhã é que se começa o dia (e eu adoro manhãs!), pensei logo em 2 entradas, mas estava bloqueada quanto ao “prato principal”. Se não fossem os miúdos (que têm de se alimentar como deve ser) proporia um jantar de petiscos, mas com eles não podia ser… Felizmente a Sofia disse prontamente que faria o seu hit, polvo à lagareiro, e mais tarde lembrei-me de uma 3ª entrada que gostaria de testar com alguns cobaias: crumble de sardinhas. Sim sim, leram bem, crumble de sardinhas! Curiosos? Não abandonem já o post, que hoje será mais longo e com mais texto que o normal 😉

Uma vez mais este post foi espontâneo, não tem fotografias pensadas, com o styling perfeito, as cores todas a condizer nem os props que tornam tudo mais bonito… Mas são fotografias da “vida real”, com a criançada a correr e a fazer birras, a querer ver o que está no forno e nós com mil cuidados para não “colarem” o nariz ao forno… Uma espécie de #viverdevagar com muito pouca tranquilidade (note-se, 4 babysitters para 2 miúdos + 2 a cozinhar ahahahahah).

Prontos? Começamos por acender o forno a 180ºC.

 

Para impressionar: Crumble de sardinhas

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Esta receita chegou a casa na altura do Natal, numa época de partilha e troca… de receitas, claro! Foi um prato que despertou sentimentos mistos… Pessoalmente acho que é daqueles que “primeiro estranha-se, depois entranha-se”! Mas ver a Violeta a comer com satisfação e pedir para repetir levou-me a partilhar a receita convosco – em troca peço-vos feedback, ok? 😉

Ingredientes:
– 3 latas de sarinhas em tomate (para quem gosta de algo mais caliente, usar as que têm molho de tomate picante)
– 1/4 de broa de milho
– Azeitonas pretas descaroçadas qb
– Azeite & ervas aromáticas qb

Começamos por abrir as latas de sardinhas e deixar o molho escorrer para o fundo de um pirex. De seguida abrimos as sardinhas ao meio, retiramos a espinha central e a pele e as escamas. Colocamos os lombos por cima do molho de tomate, criando assim a base. À parte retiramos a côdea da broa (reservando!) e, com os dedos (ou com um processador de alimentos) esfarelamos o miolo. Juntamos ervas aromáticas e azeite a gosto, envolvendo e homogeneizando o melhor possível o nosso “crumble”. Colocamos por cima da base de sardinhas. Por fim cortamos algumas azeitonas às rodelas e colocamos no topo. Levamos cerca de 20min ao forno, até a broa estar douradinha. Servimos ainda morno.

 

Reinventar um clássico: sopa fria de melão com presunto

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Porque melão com presunto fatiado é tão démodé 😛

Ingredientes:
– 1 melão (ou 2-3 meloas, fica igualmente delicioso!) – se já tiver fresco, melhor
– 1 molho de hortelã
– Fatias de presunto a gosto
– Restos de pão* – usei a côdea da broa + azeite e ervas qb (ou simplesmente comprar croutouns)

No caso de querermos fazer os croutouns em casa (claro que vamos querer!!), começamos por cortar os restos de pão/ côdeas em cubinhos com cerca de 1cm de lado. Colocamos o pão num recipiente que possa ir ao forno (uma singela forma de bolo é perfeita), regamos com azeite (quanto mais ensopados ficarem, melhor!) e polvilhamos com ervas aromáticas, a gosto. Envolvemos tudo e levamos ao forno cerca de 30min, mexendo-os de vez em quando por forma a que todas as faces dos croutouns fiquem coradinhas.
De seguida cortamos as fatias de presunto em pequenos pedaços e levamos igualmente ao forno, separadas entre si, por forma a “desidratarem” e ficarem crocantes. À semelhança dos croutouns, vamos mexendo de vez em quando, grantindo que não se queimam. Retiramos ao fim de cerca de 20min.
De seguida abrimos o melão, descartar as sementes e cortar aos cubos para dentro de um recipiente alto. Lavamos 2 a 3 pés de hortelã, cortando apenas as folhas para dentro do mesmo recipiente. Com paciência (e sem juntar água!), trituramos tudo com a varinha mágica (ou num processador de alimentos). Provamos e, se acharmos necessário, juntamos mais umas folhas de hortelã. Levamos ao frio para refrescar.
Servimos cada uma das partes em taças separadas, permitindo cada um criar a sua sopa – só com croutouns para os vegetarianos, com direito a tudo para os mais gulosos 😉

 

Para dar um ar gourmet: triffle salgado

(adaptado da receita original da Joana Limão)

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Esta receita da Joana tem feito muita gente feliz – começando pelos cobaias lá de casa, arriscando num evento e ontem, na prova de um grupo com exigente travo gastronómico 😛 é uma receita que deve ser servida fresca, e na qual eu troquei as vieiras por camarões. Além disso faz cá um vistaço!!!

Ingredientes (para 6 taças):
– ~250g camarões descascados (já sabem que eu sou masoquista e prefiro comprar congelados e cozer em casa) – reservar 6 inteiros, para decoração
– 1 abacate, maduro
– 1/2 pepino – reservem o resto para decoração
– 1 lima
– cebolinho qb
– croutouns * (exacto, eu prefiro fazer em casa, como a Joana sugere – neste caso usei a broa, como descrito acima)
– Sal & pimenta qb

Comecem por descascar o abacate e o pepino, colocar num recipiente, cobrir com o sumo da lima, sal, pimenta e cebolinho qb. Reduzam a puré com a varinha mágica. Provem e retifiquem os temperos. Piquem mais um pouco de cebolinho e misturem no creme. Coloquem 6 copos e façam camadas de creme, camarões e croutouns; terminem com um camarão inteiro, para fazer pandam! Levem um pouco ao frio antes de servirem, garantam que servem as tacinhas bem fresquinhas!

 

E claro! O polvo da Sofia! Pfffff ainda diz ela que não gosta de cozinhar…

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Prometemos trazer-vos “afesta do ano no próximo post! Curiosos?

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#viverdevagar

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Perdoem-me a Maria*, a Filipa** e @ car@ leitor, pela falta de originalidade no título deste post (extremamente tardio). Perdoem-me ainda por ser um post diferente, mais pessoal e talvez com mais palavras do que o normal. Chegámos a Agosto (o quê? já?!?!), “meu querido mês de Agosto”, o mês por excelência das férias (não é bem o meu caso…), dos convívios, do regresso da família, de praia, praia, praia! Andamos o ano inteiro a mil (hmmm, acho que este blog é prova disso, basta ver a regularidade na “postagem”), ansiando pelas férias. Férias essas que voam, nem sabemos bem como, e de repente já andamos na azáfama das compras de Natal. Stop. Calma! Inspira, expira, não pira! Já vos disse mais que uma vez o quanto gosto de rotinas, mas sim, vou dar a mão à palmatória, por vezes é bom romper com elas! Este post é a prova disso. E se fossemos jantar um dia destes à praia? Com os orçamentos curtos, decidimos fazer uma salada, comprar pão, presunto & queijo, frutinha, vinho água fresca, frutos secos e bolinhos caseiros. Sair do trabalho/ faculdade, desesperar enfrentar o trânsito de fim de tarde em Lisboa (mas não estava já tudo no Algarve????) e correr pelo areal. Molhar os pés. Estender a toalha. Gritar com os miúdos para não sacudirem as mãos cheias de areia em frente à toalha. Sacar da geleira (à antiga, com certeza!) e “espalhar” comida pela toalha. “Oh Ana tens que virar a comida ao contrário para as fotos terem o mar como fundo!, desculpa lá pá”. Suspirar. Viver devagar, com calma. Fechar os olhos às traquinices dos miúdos. Abrir garrafas, fazer txin-txin (com copos de papel ahahahahah), comer tudo com um toque mais crocante (tempero dos miúdos, perdão, do vento) e sorrir. Descontrair. Esquecer, pelo menos por uns instantes, todos os problemas que ficaram fora da areia. Aproveitar o sol, seguir as pegadas das gaivotas, fazer piscinas e muralhas contra as ondas (recomeçar de novo… e de novo, após mais uma onda), fazer caretas, birrinhas, mas sorrir (logo a seguir). Dar graças por este querido mês de Agosto, tentar vivê-lo com calma, aproveitá-lo ao máximo. Quebrar a rotina. Dar graças pelos amigos que temos, os que vivem longe (e conseguem – ou não – aproveitar o verão para nos dar um abraço) e os de todos os dias. Celebrar a vida. Sorrir. Ser feliz. Com (mais!) calma. Viver devagar.

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*Maria é autora do blog seismaisdois (do qual a Sofia é fã, ainda esta família não era constituída por “seis” 😉 )e do maravilhoso livro Viver Devagar. **Filipa é autora do blog Slower e da introdução do livro da Maria. Ambas propuseram em Julho o desafio #viverdevagar – espreitem os seus blogs para mais inspiração. E aproveitem o verão, todas as estações do ano, com os amigos e a família! Descompliquem, quebrem a rotina, sorriam mais, sejam felizes!

Cuco, chegámos! {Babyshower}

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Recebemos o convite para organizar este babyshower em plenos preparativos para o EJIP. Estávamos a mil, com uma tese para terminar (ela) e uma viagem marcada (eu). Mas não podíamos dizer que não. O “não” estava 100% fora de questão. Porque esta família merece. Por toda a sua simpatia, carinho e confiança que têm em nós. Porque o nosso coração ficou tão cheio durante o babyshower do Afonso (lembram-se?), que imediatamente respondemos SIM!, vamos organizar o babyshower para as duas Cuco que estavam prestes a chegar! E claro, foi uma desculpa para conhecer o Afonso, eh eh eh! Não foi difícil chegar a um tema, se é que podemos chamar assim. Foi o 1º babyshower para gémeas, que contam já com um mano mais velho. Duas coisas estavam claras desde o início: apesar de gémeas, são dois seres diferentes, e isso teria de estar em destaque; e claro, queria o irmão envolvido de alguma maneira. Resultou daí a ideia desta grinalda de fotografias, onde os futuros papás, o mano e a (bis)avó teriam de estar em destaque. Tudo o resto girou à volta dos Cucos, ou não fosse este o apelido da família! Tudo rosinha, mimoso, flores a dar o seu ar de graça, petiscos, alegria, família e amigos! Que mais se poderia pedir? 🙂 Desejamos aos Cuco a maior felicidade deste mundo ❤

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE O XV EJIP (II)/ A FEW WORDS ABOUT XV EJIP (II)

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Programas o despertador para as 6:30 da manhã. Acordas meia despassarada pelas 6h e a pensar “Massa a levedar! Tenho que ir pôr a massa a levedar”. Repeat. 3 manhãs assim! 1 ice-breaker. 4 coffeebreaks. 100 pessoas. 1 forno. 3 pares de mãos (um do quais praticamente limitou-se a lavar loiça, tarefa inglória mas tão tão tão essencial – mil vezes obrigada!). We can do it! Acordar com uma dose incrível de adrenalina. Isso sim. É a melhor palavra para descrever a sensação de enorme responsabilidade que tinha aos ombros! Quem corre por gosto não cansa, bem sei, pelo que conseguimos colocar num local bem recôndito da mente o nervoso miudinho de algo correr mal. E felizmente, modéstia à parte, foi um sucesso!!!!! Se já sei que há ex-libris que não podem faltar (como a trança de Nutela, cujo melhor elogio poderá ter sido “isto é a segunda coisa melhor do mundo, a seguir ao ‘acto de fazer bebés’ ” [linguagem adaptada aqui ao blog, que isto é para todas as idades!]), arrisquei e decidi experimentar receitas pela 1ª vez. Aprovadas pela maioria dos Paleontólogos presentes, digo eu, ao deparar-me com pratos vazios (algo que me enche o coração!). 

Algumas palavras sobre o XV EJIP (I)/ A few words about XV EJIP (I)

IMG_0203EJIP?! Será que ela queria dizer Egipto (sim sim, com o antigo acordo ortográfico!)? Não. EJIP – Encontro de Jovens Investigadores em Paleontologia. Paleo-quê? Essas imagens não mostram grandes petiscos aprovados pela dieta paleo!!!! 😛 Grosso modo podemos resumir os Paleontólogos como um tipo de Geólogos ainda mais maluquinhos que estudam fósseis – caro leitor, tenho de admitir que me insiro neste grupo!!! E não, caro leitor, não, isto não se resume a dinossáurios – esses pobres são apenas uma ínfima parte de todos os organismos que outrora pisaram ou nadaram (ou voaram!) neste nosso planeta azul. Ora o EJIP é um congresso que reúne os mais Jovens Investigadores (ou não tão jovens) ibéricos (e não só!), onde durante 3 dias se partilham as mais recentes descobertas realizadas. Este congresso vai já na sua 15ª edição, sendo esta a 2ª realizada em território português. Foi com muito prazer (e uma certa dose de loucura) que aceitei fazer parte deste grandioso comité da organização… e claro, encarregar-me da parte gastronómica! 

Um babyshower inspirado em balões de ar quente/ Hot air balloon themed babyshower

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Em Dezembro, no aniversário da Violeta, a Patrícia (amiga da Sofia) falou-me por alto na possibilidade de vir a organizar um babyshower em Janeiro. Et voilà! Todo o processo foi muito dinâmico, fluido, com troca de ideias e acima de tudo uma grande confiança em mim (e nos tachos, salvo seja!). Não sabia ao certo qual seria o resultado final, mas tinha uma certeza: os balões de ar quente seriam o fio condutor da festa! E meti na cabeça que iria improvisar um balão de ar quente; que queria um balão de ar quente ao lado da mesa!!!! Todo o processo foi um tremendo desafio, com todas as ideias a falhar… Até que o meu pai pegou em trapilho e começou a fazer macramé. Vai daí, o resultado está à vista 🙂 Que este seja o início de uma maravilhosa aventura para o Afonso e família. Que seja uma aventura que os leve a explorar o mundo, com todo o amor, carinho e alegria! 

Os 5 da Violeta/ Violeta’s 5th Birthday

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Já sabem o quanto adoro esta miúda! Há um ano atrás foi assim a festinha, lembram-se? 🙂 Este ano foi tudo um pouco-mais-a-correr, e como tal, uma mesa mais simples. A casa encheu-se de crianças (Nove!!!!!, exclamou a Sofia, NOVE!!!), a correr, a saltar, a gritar, cheias de energia, perdão, alegria, alegria! Adoro crianças, adoro o som de crianças a gargalhar, não há nada mais puro e inocente!

You already know how much I love this girl! A year ago this was her party, do you remember? 🙂 This year we didn’t have much time to prepare it, and as such, I prepared a simpler table. The house was filled with children (Nine!!!!!, Sofia exclaimed, NINE [children]!!!), running, jumping, screaming, full of energy, I mean, joy, joy! I love children, I love the sound of children laughing, there is nothing more pure and innocent!

Coffeebreak VI CJIG, Estremoz

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É sempre para mim um prazer voltar a Estremoz (podem reler aqui um post dedicado ao tema). Sinto-me em casa. Rever velhos e novos amigos, colegas, e claro, explorar o mercado de sábado 😛 Desta feita, o motivo da minha visita foi o VI Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, onde tive o enorme orgulho de, pelo 2º ano consecutivo, ficar responsável pelos coffeebreaks (o único registo do ano anterior aqui)!

It is always a pleasure for me to come back to Estremoz ( you can read here a post dedicated to the theme). I feel at home. Reviewing old and new friends, colleagues, and of course, exploring the Saturday’s market 😛 This time, the reason for my visit was the VI Congress of Young Researchers in Geosciences, where I was very proud to be responsible, for the 2nd consecutive year, for the coffeebreaks (the only photo from last year here)!