FAUNA

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Foi com muito gosto que aceitámos o convite do FAUNA – Núcleo de Espécies Exóticas, Silvestres e Selvagens da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa! Seria – e foi! – o nosso maior desafio até à data: mais de 250 pessoas, 3 coffeebreaks por dia, durante 3 dias! Ah, e 25% da malta vegan, 100% vegan 😉 Com a super ajuda da Sofia, levámos a bom porto este mega desafio. Os petiscos foram variados, entre doces e salgados, frutinha sempre fresca, bolachas caseiras e iguarias vegan, uffff, andámos a mil! Palavras para quê? Espreitem tudo nas fotografias abaixo e atentem nos lindos origamis que a Sofia preparou, com tanta dedicação! Um obrigada do tamanho do mundo à Sofia por toda a ajuda, por ter estado no terreno, incansável, e à minha mãe, por todo o back-up em casa, igualmente incansável, de mãos na massa ❤

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A baby is coming {GoT babyshower}

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Nunca é fácil começar os posts mais pessoais e que mais nos tocam… Quando entrei no meu actual emprego, tive a sorte de conhecer pessoas incríveis. Vinda do mundo universitário, com uma passagem por Estremoz, o mundo das ‘grandes empresas’ assustava-me. Esperava pessoas frias, workaholics, a olhar apenas para o seu umbigo. Tive a sorte de encontrar exactamente o oposto, em particular nos Geocientistas 😉 A Raquel e a Diana tornaram-se pessoas muito importantes da minha vida, uma espécie de irmãs, daquelas que a vida nos dá, e pelas quais agradecemos todos os dias. Quando a Raquel nos confidenciou que ia ser mamã, ficámos radiantes! Ainda por cima uma menina! Entre muitas outras coisas, o babyshower teria de ser p-e-r-f-e-i-t-o! Mas sem cor-de-rosa… Oh, vá lá, vocês sabem a dificuldade que isso é para mim… =| Até que pensámos numa das sérias favoritas dos futuros papás: Winter Baby is coming. Aí estava o tema (e uma certa inspiraçãozinha, confesso…)!!!! O resultado? Façam scroll down e divirtam-se com o maravilhoso (como sempre!) registo fotográfico da Sofia!

Muito obrigada à Diana, partner in crime,  sem ti este babyshower não teria sido possível! Muito obrigada à Tentáculo Creative Solutions pela parceria 😉 incríveis os estandartes deles, hein?! Obrigada aos “meus” fanáticos do GoT por toda a ajuda para o photo booth (afinal, não nos esqueçamos, eu não vejo a série…). E claro, à Raquel e ao André, pela confiança, por nos terem aberto a porta e permitirem serem expulsos da sua própria casa, eh eh eh! Olhem que foi muito difícil manter tanto secretismo, valha-me a Diana!!

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This is Halloween! {3 receitas com abóbora}

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Oh!, o Halloween, essa tradição anglo-saxónica já tão enraizada em nós! Querendo fazer mãe e filhos felizes, organizámos um jantar completamente em cima do joelho para alguns amigos, sendo o mote … o Halloween e as abóboras! Tenho de confessar que nunca vi a família tão excitadamente-sincronizada: a mãe com a sua obra-prima, a abóbora que está na fotografia (“epa isto é mesmo fácil!, e fica espetacular!!!”), a Violeta que tomou conta das decorações (rolos de papel higiénico que viram aranhas e vampiros) e o Romeu com a sua dentadura vampiresca, que mal lhe cabe na boca!

As receitas que partilho hoje convosco são bastante rápidas e simples, com excepção do cheesecake, que deverá ser preparado de véspera. Fizeram as delícias de vampiros, dinossauros e humanos (de diferentes faixas etárias). Não houve prato que se salvasse e sobrasse para contar a história deste 31 de Outubro, pelo que este é bom indicador quanto ao sucesso dos mesmos 😉

A Quinta do Arneiro

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Não sei se conhecem a Quinta do Arneiro mas aposto que, em caso negativo, pelo menos já ouviram falar. Este projecto (re)nasce de uma herança familiar e da grande força de vontade da Luísa. Hectares de terreno dedicados à pêra rocha vão sendo, a pouco e pouco, convertidos numa grande horta biológica (e de acolhimento – afinal, muitos dos trabalhadores são nepaleses). E tem dado frutos. E tem crescido. Podem ler um pouco da história da Quinta e da Luísa aqui (e nos links anteriores), mas nada substitui uma visita à Quinta e uma conversa com a própria. Ela faz questão de conhecer e conversar com os visitantes, e sente-se simultaneamente a sua paixão e orgulho neste grande projecto de vida.

Fui almoçar com algumas amigas à Quinta no passado dia 5 de Outubro, e como daí resultaram uma fotografias tão bonitas (pela lente da Sofia), achei que deveria partilhar convosco esta visita 🙂

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443 Milhões de anos depois… (II)

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O dia D. 443 milhões de anos depois, a Sofia é Doutora. Hurray! Um dia bastante ansiado, por ambas, por motivos muuuito distintos. Dizem as más línguas que um Doutoramento termina num Permanent head Damage… É algo que não quero comprovar, as dores de cabeça do Mestrado chegaram e sobraram 😛 Mas posso dizer-vos que conheci a Sofia no início desta aventura e tive o privilégio de acompanhar esta odisseia. Sim, odisseia! A Sofia encosta os deuses todos do Olimpo a um canto!!!! Nunca conheci pessoa tão determinada, entusiasta, que jamais baixa os braços, que cai e se levanta logo logo a seguir. Ficar parada é que não. A vida segue, corre, voa, e ela está lá. A viver. A Sofia e a sua Canon, a viver, a registar o momento, a partilhar. Se há pessoa verdadeiramente apaixonada pelo tema da sua tese, essa pessoa é a Sofia. Mas tal como no amor, há dias menos bons. Há dias em que apetece desistir. Há dias em que se quer estar sozinha, há dias em que se discute, se zanga, em que a insegurança se instala… Valem os outros. Em particular os dias de campo, que culminam com um banquete que, uma vez mais, faria os deuses do Olimpo roerem-se de inveja! Ficam as pessoas, por esse mundo fora, que partilham a mesma paixão. A paixão de entender o nosso mundo e todos os seus mistérios, há bem mais de 443 milhões de anos, altura essa em que não existiam plantas nem qualquer forma de vida fora de água! Conseguem imaginar?!

Parabéns Sofia! És grande! ❤

443 Milhões de anos depois…

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Não sei ao certo como começar este post, que título atribuir… Se calhar tenho que vos contar um pouco da história da minha amizade com a Sofia. Tudo começou em 2009, num fórum na internet chamado exames.org (ainda existirá?)… Sim sim, a Sofia foi a única pessoa que conheci pela internet, após a troca de longos e-mails (uma a terminar o secundário, a outra em Erasmus a terminar a licenciatura – como elo de ligação, a Geologia). Conhecemo-nos (finalmente) em Arouca, no verão de 2010, após eu ter estado 1 semana a “partir pedra” e a descobrir os meus primeiros fósseis paleozóicos (permitam-me a utilização destes nomes estranhos, sim?). Na cabeça dela já estava idealizado, mais coisa menos coisa, o seu doutoramento, e tinha encontro marcado com um dos seus (futuros, na altura) orientadores – que era quem estava a “tomar conta” de nós*. Vai daí já lá vão quase 8 anos… Pelo meio 2 filhos (ela!), uma licenciatura, um mestrado, muitos congressos, muitos dias de campo (os melhores momentos! Poderia escrever um post inteirinho dedicado a este tema!!!!), muitas viagens, muitas experiências culinárias (bem e mal sucedidas), muitas fotografias, este cantinho, … poderia continuar, incluir as lamechices que ela detesta (eu sou um coração mole, que querem que faça?!) … E claro, o Doutoramento da Sofia! Afinal, é isso que celebramos, 443 Milhões de anos depois 😛

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Vamos directos ao assunto – se fosse a Sofia a escrever este post, poderia ser um desafio que envolvesse burpees e agachamentos… No meu caso não, o desafio é outro: 3 entradas para impressionar amigos, 30 minutos na cozinha. Impossível? Não! Trust me! Já há muito (demasiado) tempo que não partilho nenhuma receita convosco, por isso hoje partilho não uma, não duas mas três, minha gente, três receitas – e a promessa de que não passarão mais de 30 minutos na cozinha. A “aventura” desta vez começou antes do sol nascer (sim, eu acordo ainda o sol dorme) com uma sms da Sofia a desafiar para um jantar… nesse mesmo dia. Meio ensonada respondo algo como “estás louca”, mas 5 minutos depois respondo algo como “ok, levo o carro, já discutimos os detalhes”. Como de manhã é que se começa o dia (e eu adoro manhãs!), pensei logo em 2 entradas, mas estava bloqueada quanto ao “prato principal”. Se não fossem os miúdos (que têm de se alimentar como deve ser) proporia um jantar de petiscos, mas com eles não podia ser… Felizmente a Sofia disse prontamente que faria o seu hit, polvo à lagareiro, e mais tarde lembrei-me de uma 3ª entrada que gostaria de testar com alguns cobaias: crumble de sardinhas. Sim sim, leram bem, crumble de sardinhas! Curiosos? Não abandonem já o post, que hoje será mais longo e com mais texto que o normal 😉

#viverdevagar

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Perdoem-me a Maria*, a Filipa** e @ car@ leitor, pela falta de originalidade no título deste post (extremamente tardio). Perdoem-me ainda por ser um post diferente, mais pessoal e talvez com mais palavras do que o normal. Chegámos a Agosto (o quê? já?!?!), “meu querido mês de Agosto”, o mês por excelência das férias (não é bem o meu caso…), dos convívios, do regresso da família, de praia, praia, praia! Andamos o ano inteiro a mil (hmmm, acho que este blog é prova disso, basta ver a regularidade na “postagem”), ansiando pelas férias. Férias essas que voam, nem sabemos bem como, e de repente já andamos na azáfama das compras de Natal. Stop. Calma! Inspira, expira, não pira! Já vos disse mais que uma vez o quanto gosto de rotinas, mas sim, vou dar a mão à palmatória, por vezes é bom romper com elas! Este post é a prova disso. E se fossemos jantar um dia destes à praia? Com os orçamentos curtos, decidimos fazer uma salada, comprar pão, presunto & queijo, frutinha, vinho água fresca, frutos secos e bolinhos caseiros. Sair do trabalho/ faculdade, desesperar enfrentar o trânsito de fim de tarde em Lisboa (mas não estava já tudo no Algarve????) e correr pelo areal. Molhar os pés. Estender a toalha. Gritar com os miúdos para não sacudirem as mãos cheias de areia em frente à toalha. Sacar da geleira (à antiga, com certeza!) e “espalhar” comida pela toalha. “Oh Ana tens que virar a comida ao contrário para as fotos terem o mar como fundo!, desculpa lá pá”. Suspirar. Viver devagar, com calma. Fechar os olhos às traquinices dos miúdos. Abrir garrafas, fazer txin-txin (com copos de papel ahahahahah), comer tudo com um toque mais crocante (tempero dos miúdos, perdão, do vento) e sorrir. Descontrair. Esquecer, pelo menos por uns instantes, todos os problemas que ficaram fora da areia. Aproveitar o sol, seguir as pegadas das gaivotas, fazer piscinas e muralhas contra as ondas (recomeçar de novo… e de novo, após mais uma onda), fazer caretas, birrinhas, mas sorrir (logo a seguir). Dar graças por este querido mês de Agosto, tentar vivê-lo com calma, aproveitá-lo ao máximo. Quebrar a rotina. Dar graças pelos amigos que temos, os que vivem longe (e conseguem – ou não – aproveitar o verão para nos dar um abraço) e os de todos os dias. Celebrar a vida. Sorrir. Ser feliz. Com (mais!) calma. Viver devagar.

Cuco, chegámos! {Babyshower}

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Recebemos o convite para organizar este babyshower em plenos preparativos para o EJIP. Estávamos a mil, com uma tese para terminar (ela) e uma viagem marcada (eu). Mas não podíamos dizer que não. O “não” estava 100% fora de questão. Porque esta família merece. Por toda a sua simpatia, carinho e confiança que têm em nós. Porque o nosso coração ficou tão cheio durante o babyshower do Afonso (lembram-se?), que imediatamente respondemos SIM!, vamos organizar o babyshower para as duas Cuco que estavam prestes a chegar! E claro, foi uma desculpa para conhecer o Afonso, eh eh eh! Não foi difícil chegar a um tema, se é que podemos chamar assim. Foi o 1º babyshower para gémeas, que contam já com um mano mais velho. Duas coisas estavam claras desde o início: apesar de gémeas, são dois seres diferentes, e isso teria de estar em destaque; e claro, queria o irmão envolvido de alguma maneira. Resultou daí a ideia desta grinalda de fotografias, onde os futuros papás, o mano e a (bis)avó teriam de estar em destaque. Tudo o resto girou à volta dos Cucos, ou não fosse este o apelido da família! Tudo rosinha, mimoso, flores a dar o seu ar de graça, petiscos, alegria, família e amigos! Que mais se poderia pedir? 🙂 Desejamos aos Cuco a maior felicidade deste mundo ❤